Áreas de intervenção em bebés e crianças Do primeiro choro à primeira letra.
Lista de áreas de intervenção
- Osteopatia pediátrica
Cólicas e desconforto digestivo no bebé
As cólicas são episódios de choro intenso e difícil de acalmar, comuns nos primeiros meses de vida. A osteopatia pediátrica usa um toque muito suave no abdómen, no diafragma e na coluna do bebé, que pode ajudar a aliviar tensões e a ficar mais confortável — sempre em complemento ao acompanhamento do pediatra.
0–6 mesesSaber mais - Osteopatia pediátrica
Refluxo e bolsar frequente
Bolsar é frequente e, na maioria dos bebés, melhora com o crescimento. Quando vem acompanhado de desconforto, a osteopatia pediátrica usa técnicas suaves no diafragma, no tórax e no pescoço, que podem ajudar o bebé a ficar mais confortável. O diagnóstico e o tratamento médico do refluxo cabem sempre ao pediatra.
0–12 mesesSaber mais - Osteopatia pediátrica
Plagiocefalia: cabeça achatada no bebé
A plagiocefalia posicional é um achatamento da cabeça do bebé causado por apoiar a cabeça sempre do mesmo lado. Quanto mais cedo for acompanhada, melhor. A osteopatia usa técnicas suaves para o pescoço e a postura, que ajudam o bebé a variar a posição da cabeça, e os pais aprendem estratégias de posicionamento para casa.
0–12 mesesSaber mais - Osteopatia pediátrica
Torcicolo congénito e preferência de posição
O torcicolo congénito é uma tensão ou encurtamento dos músculos do pescoço que faz o bebé inclinar a cabeça para um lado e rodar para o outro. O diagnóstico é do pediatra e a fisioterapia é o tratamento de primeira linha; a osteopatia pode ser um complemento, com técnicas suaves para o pescoço, os ombros e o tórax.
0–12 mesesSaber mais - Osteopatia pediátrica
Dificuldades na amamentação e na sucção
Quando o bebé tem dificuldade na pega, mama só de um lado ou se cansa muito a mamar, pode haver tensões na mandíbula, no pescoço ou na língua. A osteopatia pediátrica avalia e trabalha suavemente estas estruturas, em conjunto com a conselheira de amamentação ou a terapeuta da fala, e pode ajudar a tornar a mamada mais confortável.
0–6 mesesSaber mais - Osteopatia + terapia ocupacional
Sono agitado e irritabilidade no bebé
Um sono muito agitado pode ter muitas causas — fome, desconforto digestivo, tensões físicas ou um sistema nervoso que tem dificuldade em acalmar. Na consulta, avalio o conforto físico do bebé com a osteopatia e, com a terapia ocupacional, ajudo a família a criar rotinas sensoriais que preparam para o sono.
0–3 anosSaber mais - Osteopatia + terapia ocupacional
Atraso no desenvolvimento motor
Cada criança tem o seu ritmo, mas quando marcos como rebolar, sentar, gatinhar ou andar tardam, ou acontecem de forma muito assimétrica, vale a pena perceber porquê. O primeiro passo é falar com o pediatra, que pode pedir uma consulta de desenvolvimento. Em complemento, junto a osteopatia e a terapia ocupacional, que estimula o movimento através do brincar.
0–6 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Integração e processamento sensorial
O processamento sensorial é a forma como o cérebro organiza o que a criança sente — sons, texturas, movimento, toque. Quando esta organização é difícil, a criança pode reagir demasiado ou de menos aos estímulos. A terapia ocupacional com abordagem de integração sensorial usa o brincar e o movimento para ajudar a criança a regular-se.
2–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Motricidade fina e escrita (grafomotricidade)
A motricidade fina é a capacidade de usar as mãos e os dedos com precisão: pegar no lápis, recortar, abotoar, escrever. Na terapia ocupacional trabalho a força, a coordenação e a postura que estão por trás destas tarefas, sempre através de atividades com significado para a criança.
3–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Autonomia nas rotinas do dia a dia
Vestir-se, comer sozinho, lavar os dentes ou arrumar a mochila são as «ocupações» da infância. A terapia ocupacional ajuda a criança a ganhar autonomia nestas rotinas, dividindo cada tarefa em passos possíveis e adaptando o ambiente para que consiga fazer mais sozinha.
2–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Seletividade alimentar
Algumas crianças aceitam muito poucos alimentos, rejeitam texturas ou ficam muito angustiadas às refeições. A terapia ocupacional olha para os aspetos sensoriais e motores da alimentação e ajuda a criança a aproximar-se de novos alimentos de forma gradual e sem pressão.
1–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Perturbação do espetro do autismo e PHDA
Crianças com perturbação do espetro do autismo (PEA) ou perturbação de hiperatividade e défice de atenção (PHDA) podem beneficiar de terapia ocupacional para a regulação sensorial, a motricidade, a autonomia e a participação na escola. O trabalho respeita o perfil de cada criança e envolve sempre a família.
2–12 anosSaber mais
Não encontra a sua dúvida?
Cada criança é única e nem tudo cabe numa lista. Conte-me o que está a sentir — respondo pessoalmente e ajudo a perceber se faz sentido uma avaliação.