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Andreia RamosOsteopatia & terapia ocupacional

Perguntas frequentes sobre osteopatia pediátrica e terapia ocupacional Não há perguntas parvas.

Só perguntas de pais atentos. Reuni aqui as que ouço mais vezes — se a sua não estiver, escreva-me.

geral

Trabalho exclusivamente com bebés e crianças, desde o nascimento até aos 12 anos. Os pais ou cuidadores estão sempre presentes nas consultas.

A osteopatia pediátrica cuida do corpo: usa o toque suave para avaliar e melhorar a mobilidade e o conforto. A terapia ocupacional cuida do gesto e da participação: ajuda a criança a desenvolver competências para brincar, aprender e ser autónoma. Por ter as duas formações, consigo olhar para a mesma criança a partir dos dois lados.

Não é obrigatório. Ainda assim, gosto de trabalhar em rede: se o seu filho é acompanhado por pediatra, terapeuta da fala ou outro profissional, partilhe os relatórios que tiver.

Não. São abordagens complementares ao acompanhamento médico. Sempre que algo na avaliação o justifica, encaminho para o pediatra ou para outro especialista.

osteopatia

As técnicas usadas com bebés são muito suaves, sem manipulações nem estalidos. Efeitos adversos graves são raros quando aplicadas por um osteopata com cédula profissional e formação pediátrica. Explico cada técnica antes de a fazer e os pais estão sempre presentes.

Se notar cólicas persistentes, dificuldade em mamar, preferência por virar a cabeça para um lado, uma zona da cabeça mais plana ou muita irritabilidade — sobretudo depois de um parto difícil (longo ou com ventosa ou fórceps). Fale sempre também com o pediatra.

Às vezes, sim — sobretudo se tem fome, sono ou não gosta de estar despido. A sessão adapta-se: posso trabalhar com o bebé ao colo, a mamar ou a dormir. Faço pausas sempre que for preciso.

terapia ocupacional

Ajuda a criança a participar nas «ocupações» da infância: brincar, comer, vestir-se, dormir, aprender e estar com os outros. Trabalha áreas como a integração sensorial, a motricidade fina, a coordenação, a escrita e a autonomia, sempre através de atividades lúdicas.

Alguns sinais: dificuldade em pegar no lápis ou recortar, reações muito intensas a sons ou texturas, quedas frequentes, dificuldade em vestir-se, seletividade alimentar marcada ou dificuldades de atenção e organização. Uma avaliação ajuda a perceber se há motivo para intervir.

Sim. Quando é útil para a criança, elaboro relatórios e participo em reuniões com educadores e professores para alinharmos estratégias.

consultas

Cerca de 60 minutos. Inclui conversa com os pais, avaliação e um primeiro momento de intervenção ou de orientação. As consultas seguintes duram entre 45 e 50 minutos.

O Boletim de Saúde Infantil e Juvenil, relatórios de outros profissionais (se existirem), uma muda de roupa, a fralda ou o lanche habitual e, se quiser, o brinquedo preferido da criança. Para bebés, roupa fácil de tirar.

É emitida fatura com o número de contribuinte. Alguns seguros de saúde reembolsam consultas de osteopatia e terapia ocupacional — recomendo confirmar diretamente com o seu seguro.

Ficou alguma dúvida?

Escreva-me ou ligue. Respondo pessoalmente, habitualmente no próprio dia, em dias úteis.