Terapia ocupacional infantil em Coimbra Brincar é o trabalho mais sério da infância.
Como trabalho
Três princípios que não negoceio.
- 1
A criança no centro
Partimos daquilo de que a criança gosta. A motivação é o motor de qualquer aprendizagem.
- 2
Objetivos com significado
Definimos juntos metas concretas do dia a dia: vestir o casaco, segurar o lápis, aguentar o refeitório.
- 3
Família e escola
Os pais participam e levam estratégias para casa. Quando ajuda, articulo com educadores e professores.
Numa sessão
O que acontece no consultório?
Chegada e regulação
Começamos com movimento: baloiço, circuito, almofadas. Um corpo regulado está pronto para aprender.
Atividades com intenção
Jogos escolhidos para os objetivos da criança — plasticina, pinças, puzzles, desenho vertical, culinária a fingir.
Desafio na medida certa
Nem fácil demais, nem difícil demais. Ajusto em tempo real para a criança sentir que consegue.
Partilha com os pais
No final, conversamos sobre o que correu bem e combinamos uma ou duas ideias para a semana.
Áreas de intervenção
Em que situações pode ajudar?
- Osteopatia + terapia ocupacional
Sono agitado e irritabilidade no bebé
Um sono muito agitado pode ter muitas causas — fome, desconforto digestivo, tensões físicas ou um sistema nervoso que tem dificuldade em acalmar. Na consulta, avalio o conforto físico do bebé com a osteopatia e, com a terapia ocupacional, ajudo a família a criar rotinas sensoriais que preparam para o sono.
0–3 anosSaber mais - Osteopatia + terapia ocupacional
Atraso no desenvolvimento motor
Cada criança tem o seu ritmo, mas quando marcos como rebolar, sentar, gatinhar ou andar tardam, ou acontecem de forma muito assimétrica, vale a pena perceber porquê. O primeiro passo é falar com o pediatra, que pode pedir uma consulta de desenvolvimento. Em complemento, junto a osteopatia e a terapia ocupacional, que estimula o movimento através do brincar.
0–6 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Integração e processamento sensorial
O processamento sensorial é a forma como o cérebro organiza o que a criança sente — sons, texturas, movimento, toque. Quando esta organização é difícil, a criança pode reagir demasiado ou de menos aos estímulos. A terapia ocupacional com abordagem de integração sensorial usa o brincar e o movimento para ajudar a criança a regular-se.
2–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Motricidade fina e escrita (grafomotricidade)
A motricidade fina é a capacidade de usar as mãos e os dedos com precisão: pegar no lápis, recortar, abotoar, escrever. Na terapia ocupacional trabalho a força, a coordenação e a postura que estão por trás destas tarefas, sempre através de atividades com significado para a criança.
3–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Autonomia nas rotinas do dia a dia
Vestir-se, comer sozinho, lavar os dentes ou arrumar a mochila são as «ocupações» da infância. A terapia ocupacional ajuda a criança a ganhar autonomia nestas rotinas, dividindo cada tarefa em passos possíveis e adaptando o ambiente para que consiga fazer mais sozinha.
2–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Seletividade alimentar
Algumas crianças aceitam muito poucos alimentos, rejeitam texturas ou ficam muito angustiadas às refeições. A terapia ocupacional olha para os aspetos sensoriais e motores da alimentação e ajuda a criança a aproximar-se de novos alimentos de forma gradual e sem pressão.
1–12 anosSaber mais - Terapia ocupacional
Perturbação do espetro do autismo e PHDA
Crianças com perturbação do espetro do autismo (PEA) ou perturbação de hiperatividade e défice de atenção (PHDA) podem beneficiar de terapia ocupacional para a regulação sensorial, a motricidade, a autonomia e a participação na escola. O trabalho respeita o perfil de cada criança e envolve sempre a família.
2–12 anosSaber mais
Perguntas frequentes
Perguntas que os pais fazem
Trabalho exclusivamente com bebés e crianças, desde o nascimento até aos 12 anos. Os pais ou cuidadores estão sempre presentes nas consultas.
Ajuda a criança a participar nas «ocupações» da infância: brincar, comer, vestir-se, dormir, aprender e estar com os outros. Trabalha áreas como a integração sensorial, a motricidade fina, a coordenação, a escrita e a autonomia, sempre através de atividades lúdicas.
Alguns sinais: dificuldade em pegar no lápis ou recortar, reações muito intensas a sons ou texturas, quedas frequentes, dificuldade em vestir-se, seletividade alimentar marcada ou dificuldades de atenção e organização. Uma avaliação ajuda a perceber se há motivo para intervir.
Sim. Quando é útil para a criança, elaboro relatórios e participo em reuniões com educadores e professores para alinharmos estratégias.
Vamos conhecer-nos com calma?
A primeira consulta dura cerca de 60 minutos. Conversamos, observo a criança a brincar e sai com um plano claro — e algumas ideias para casa.