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Andreia RamosOsteopatia & terapia ocupacional

Terapia ocupacional infantil em Coimbra Brincar é o trabalho mais sério da infância.

Na terapia ocupacional, o brincar é a ferramenta. Ajudo cada criança a ganhar as competências de que precisa para brincar, aprender, comer, vestir-se e estar com os outros — com mais confiança.

Como trabalho

Três princípios que não negoceio.

  1. 1

    A criança no centro

    Partimos daquilo de que a criança gosta. A motivação é o motor de qualquer aprendizagem.

  2. 2

    Objetivos com significado

    Definimos juntos metas concretas do dia a dia: vestir o casaco, segurar o lápis, aguentar o refeitório.

  3. 3

    Família e escola

    Os pais participam e levam estratégias para casa. Quando ajuda, articulo com educadores e professores.

Numa sessão

O que acontece no consultório?

  1. Chegada e regulação

    Começamos com movimento: baloiço, circuito, almofadas. Um corpo regulado está pronto para aprender.

  2. Atividades com intenção

    Jogos escolhidos para os objetivos da criança — plasticina, pinças, puzzles, desenho vertical, culinária a fingir.

  3. Desafio na medida certa

    Nem fácil demais, nem difícil demais. Ajusto em tempo real para a criança sentir que consegue.

  4. Partilha com os pais

    No final, conversamos sobre o que correu bem e combinamos uma ou duas ideias para a semana.

Áreas de intervenção

Em que situações pode ajudar?

Perguntas frequentes

Perguntas que os pais fazem

Trabalho exclusivamente com bebés e crianças, desde o nascimento até aos 12 anos. Os pais ou cuidadores estão sempre presentes nas consultas.

Ajuda a criança a participar nas «ocupações» da infância: brincar, comer, vestir-se, dormir, aprender e estar com os outros. Trabalha áreas como a integração sensorial, a motricidade fina, a coordenação, a escrita e a autonomia, sempre através de atividades lúdicas.

Alguns sinais: dificuldade em pegar no lápis ou recortar, reações muito intensas a sons ou texturas, quedas frequentes, dificuldade em vestir-se, seletividade alimentar marcada ou dificuldades de atenção e organização. Uma avaliação ajuda a perceber se há motivo para intervir.

Sim. Quando é útil para a criança, elaboro relatórios e participo em reuniões com educadores e professores para alinharmos estratégias.

Vamos conhecer-nos com calma?

A primeira consulta dura cerca de 60 minutos. Conversamos, observo a criança a brincar e sai com um plano claro — e algumas ideias para casa.